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Ethereum - ETH
R$ 10.875,00 -4.67%
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Chiliz - CHZ
R$ 0.18309000 -3.12%
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XRP - XRP
R$ 7,19 -3.23%
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Shiba Inu - SHIB
R$ 0.00003106 -4.05%
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Solana - SOL
R$ 460,02 -4.95%
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Bitcoin - BTC
R$ 364.275,00 -2.5%
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USD Coin - USDC
R$ 5,23 0.18%
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Cardano - ADA
R$ 1,35 -5.39%
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ApeCoin - APE
R$ 0.45935128 -3.23%
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MANA (Decentraland) - MANA
R$ 0.45000000 -3.1%
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Redação Redação
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No mundo dos investimentos, o que parece óbvio nem sempre é verdade. Quando o assunto é o mercado de moedas digitais, as opiniões costumam ser polarizadas e, muitas vezes, baseadas em manchetes alarmistas. Por isso, buscar entender os mitos e verdades sobre cripto é o primeiro passo para investir com inteligência e não perder oportunidades.

Se você já ouviu que o Bitcoin não serve como reserva de valor ou que criptomoedas são apenas ferramentas para atividades ilícitas, saiba que você não está sozinho. Mas chegou a hora de separar o que é percepção do que são os fatos.

Separamos os dois maiores mitos sobre cripto repetidos por aí e fomos buscar os dados. O objetivo? Deixar que os números falem por si mesmos para que você possa tirar suas próprias conclusões.

MITO #1: “O Bitcoin falha nos momentos difíceis e não é reserva de valor”

Quando o mundo enfrenta um problema grave, seja o estopim de uma guerra, uma crise sanitária ou um choque econômico, o mercado financeiro global entra no modo “vende tudo e corre”. Nesses primeiros dias de caos, até ativos historicamente seguros, como o ouro e ações sólidas, sofrem quedas. Não se trata do valor intrínseco de cada ativo, mas sim do puro pânico dos investidores buscando dinheiro na mão.

Porém, julgar o Bitcoin pelos primeiros dias de uma crise é como assistir aos 10 minutos iniciais de um filme e achar que já entendeu o final. O começo é, inevitavelmente, um caos. Mas o que importa vem depois.

O que muda quando olhamos uma janela de 60 dias?

Passado o susto inicial, o pânico diminui, os investidores se reorganizam e o mercado volta a pensar em vez de apenas reagir. É exatamente nesse momento que os fundamentos do ativo começam a importar de verdade. No começo, o mercado busca liquidez para sobreviver; depois, busca direção para se proteger.

Para provar essa verdade sobre cripto, separamos grandes eventos com impacto global e analisamos o que aconteceu 60 dias após seus começos, comparando o Bitcoin com o Ouro e o S&P 500 (principal índice da bolsa americana):

*Dados referentes aos 60 dias após cada acontecimento
(exceção: conflito atual EUA – Irã, com 15 dias).

O padrão é claro: o Bitcoin não só foi o ativo com a melhor performance na maioria dos casos, como apresentou retorno positivo em todos eles após 60 dias.

E o mais interessante é o que estamos vendo agora, no início de 2026: mesmo sem completar os 60 dias do atual conflito no Oriente Médio, o padrão já se repete. Nos primeiros 20 dias, enquanto o S&P 500 caiu 4,4% e o Ouro derreteu 12,9%, o Bitcoin foi o único ativo do grupo com desempenho positivo (+6,2%). 

Ou seja: não é o Bitcoin que falha. Nós é que tentamos entender a história cedo demais.

MITO #2: “Cripto é usado para lavagem de dinheiro e para fazer capital sumir”

Em qualquer lista de mitos e verdades sobre cripto, esse argumento sempre aparece. E o melhor paralelo para desconstruí-lo é pensar na seguinte frase: “Tem muito crime na internet“. Isso é verdade, mas ninguém conclui que o propósito da internet seja cometer crimes, certo?

Os dados contam outra história.

De acordo com o The Chainalysis 2026 Crypto Crime Report, menos de 1% das transações em criptomoedas têm relação com atividades ilícitas. Para fins de comparação, estimativas da ONU, FMI e Banco Mundial apontam que o sistema financeiro tradicional movimenta de 2% a 5% do PIB global em crimes financeiros (algo entre 2 e 5 trilhões de dólares).

Assim como os golpes no Pix são frequentes hoje em dia, eles não ocorrem por uma falha no sistema do Banco Central. O que acontece é a chamada engenharia social: criminosos enganam usuários para que eles mesmos façam as transferências. O problema não é a plataforma, mas o uso mal-intencionado que se faz dela.

Mas por que essa percepção negativa continua? 

Porque números grandes nas notícias assustam. O mercado cripto brasileiro, por exemplo, mais que dobrou em volume de transações entre 2024 e 2025. É como uma cidade que cresceu de forma acelerada: se há mais gente circulando, o número total de incidentes pode subir, mesmo que a proporção de uso ilícito continue sendo uma fração mínima (abaixo de 1%).

A maior verdade sobre cripto aqui é que essas moedas não são invisíveis. Na prática, o Bitcoin é mais rastreável que o dinheiro em espécie que está na sua carteira.

As transações ocorrem na blockchain, que funciona como um extrato bancário público. Elas começam de forma pseudônima (ligadas a carteiras e não a nomes), mas todo o caminho do ativo fica registrado e não pode ser apagado. Hoje, autoridades do mundo todo conseguem:

  • Rastrear o fluxo do dinheiro de ponta a ponta;
  • Identificar padrões suspeitos;
  • Recuperar fundos roubados em diversos casos.
  • Conectar carteiras a pessoas ou empresas reais — especialmente quando os ativos passam por corretoras que exigem verificação de identidade, o chamado KYC (Know Your Customer)*.

*O KYC é um processo obrigatório de verificação de identidade exigido por corretoras (exchanges) para cumprir normas legais. Ele envolve o envio de documentos (RG, CNH ou passaporte) e, geralmente, uma selfie para validar o usuário, ajudando a prevenir lavagem de dinheiro, fraudes e a aumentar a segurança das transações.

Se alguém quer cometer um crime financeiro hoje e não ser pego, usar criptomoedas é, provavelmente, uma das piores escolhas possíveis.


A verdade sobre investir em cripto com segurança

Ao analisar a fundo os mitos e verdades sobre cripto, fica claro que onde você investe importa (e muito). A tecnologia blockchain é segura, mas a sua porta de entrada para ela precisa ser igualmente protegida.

É por isso que no MB nós levamos a segurança a sério na prática, não apenas na teoria:

  • +R$ 300 milhões em fraudes evitadas apenas em 2025.
  • Monitoramento 24/7: bloqueio automático de transações suspeitas a qualquer hora do dia ou da noite.
  • Auditoria da KPMG: os recursos dos nossos clientes ficam estritamente separados da operação da empresa. Seu dinheiro está protegido com a gente.

Os dados mostram que os mitos baseados no pânico não se sustentam no longo prazo. Agora que você conhece as verdades, por que não aproveitar os momentos de baixa do mercado para investir no ativo que historicamente mais se valoriza pós-crise? Negocie Bitcoin agora no MB! 

https://www.mb.com.br/economia-digital/educacao/mitos-e-verdades-sobre-cripto/
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