Raio-X do investidor em ativos digitais: tendências 2025
O Raio-X do Investidor em Ativos Digitais 2025, realizado pelo Mercado Bitcoin, trouxe dados importantes sobre o crescimento do mercado, além do perfil e comportamento de quem investe nesse segmento no Brasil.
Confira como as stablecoins e os tokens lastreados da Renda Fixa Digital mudaram a relação do investidor de varejo frente à alta volatilidade das criptomoedas.
O que é o Raio-X do investidor do MB?
O estudo Raio-X do Investidor em Ativos Digitais do MB | Mercado Bitcoin analisou dados reais de comportamento e operações de usuários brasileiros em nossa plataforma durante o ano de 2025 para traçar um panorama do mercado.
- O material focou no varejo e buscou mapear o amadurecimento do setor e a integração estratégica dos ativos digitais ao planejamento financeiro.
- O levantamento excluiu investidores institucionais e estrangeiros para garantir um retrato fiel do investidor pessoa física no Brasil.
- O relatório apontou um mercado consolidado e menos especulativo, com investidores priorizando segurança e previsibilidade de retornos.
- O estudo destacou que o setor tornou-se maior e mais planejado, refletindo uma mudança na percepção de risco e busca por estratégias de longo prazo.
Qual o perfil do investidor de varejo no MB?
O investidor de varejo do MB demonstrou maior maturidade em 2025 ao reduzir a concentração em criptomoedas com alta volatilidade, mostrando uma maior penetração da classe de ativos digitais nos investimentos.
- O volume total transacionado em nossa plataforma cresceu 43% em comparação ao ano anterior.
- As segundas-feiras consolidaram-se como o dia de maior atividade, concentrando o fluxo principal de usuários e volume financeiro.
- O investimento médio anual por cliente atingiu R$ 5.700, com foco distribuído entre criptomoedas tradicionais e novos ativos de Renda Fixa Digital.
Como a volatilidade afeta os iniciantes?
A alta volatilidade das criptomoedas faz com que investidores iniciantes busquem ativos de maior previsibilidade para proteger seu capital de entrada. Esse comportamento reflete um amadurecimento, onde o aprendizado prático ocorre através de ativos com menor oscilação.
- Iniciantes preferem as stablecoins e a Renda Fixa Digital como porta de entrada para construir uma base sólida no ecossistema.
- O número de clientes do MB que investem em mais de um ativo digital subiu 18% em relação aos dados registrados em 2024.
- A diversificação entre ativos reais tokenizados e criptomoedas tradicionais tornou-se a escolha preferida para mitigar os efeitos da volatilidade.
Qual o perfil do jovem investidor?
O Raio-X do Investidor em Ativos Digitais do MB mostrou um crescimento expressivo na base de jovens investidores e variações nítidas na alocação conforme a renda.
| Categoria | Alocação e Comportamento | Variação vs. 2024 |
| Abaixo de 24 anos | Foco em stablecoins e Renda Fixa Digital. | +56% em usuários |
| Baixa Renda | 92% em criptomoedas tradicionais; 5% em stablecoins. | Estável em volume |
| Média Renda | 86% em criptomoedas tradicionais; 12% em stablecoins. | +16% em volume |
| Alta Renda | Foco em diversificação e ativos previsíveis. | +11% em usuários |
Quais ativos digitais tiveram maior crescimento?
O volume de stablecoins triplicou em 2025, enquanto a Renda Fixa Digital avançou 108% após marcos regulatórios do Banco Central. A regulação trouxe a segurança jurídica necessária para que ativos tokenizados ganhassem espaço relevante no portfólio dos investidores brasileiros, superando expectativas iniciais.
- A stablecoin Tether USDT saltou da 4ª para a 2ª posição no ranking de ativos mais negociados, consolidando-se como reserva de valor.
- O Bitcoin (BTC) manteve a liderança absoluta em volume, registrando uma alta de 14% no número de compradores únicos anuais.
- O Ethereum (ETH) e a Solana (SOL) ocupam, respectivamente, a 3ª e 4ª posições, refletindo o interesse contínuo em redes de contratos inteligentes.
Quais estados possuem maior participação?
A participação regional revelada pelo Raio-X do investidor de ativos digitais do MB reflete a força dos polos econômicos brasileiros, com o Sudeste e o Sul dominando o volume transacionado de ativos.
| Ranking | Estado | Região |
| 1º | São Paulo | Sudeste |
| 2º | Rio de Janeiro | Sudeste |
| 3º | Paraná | Sul |
| 4º | Minas Gerais | Sudeste |
| 5º | Rio Grande do Sul | Sul |
Qual a perspectiva para os próximos anos?
Fabrício Tota, Diretor Executivo (VP) de Negócios Cripto do MB, visualiza uma expansão multidimensional do mercado, com demanda crescente em todas as faixas etárias e perfis institucionais.
- Para o executivo, a clareza regulatória e a simplicidade na jornada do usuário são os motores fundamentais para a próxima fase de adoção.
- A atuação do Banco Central é apontada como essencial para garantir segurança e atrair investidores que buscam proteção jurídica sólida.
- O sucesso da Renda Fixa Digital, que distribuiu R$ 1,8 bilhão, comprova a eficácia da tokenização de ativos reais acima do CDI.
- Tota destaca que a tecnologia deve ser transparente para o usuário, priorizando a facilidade de acesso aos benefícios dos ativos digitais.
Diversifique com inteligência. Crie sua conta no MB e descubra nossas ofertas de Renda Fixa Digital com rendimento de até 18,5% ao ano.
Dados do mercado brasileiro de ativos digitais:
Houve mudança na isenção mensal de vendas?
Sem mudanças. Permanece válida para 2026 a isenção de imposto para vendas totais de ativos digitais por pessoas físicas até R$ 35 mil mensais, protegendo o pequeno investidor.
Como o Banco Central enquadrou as stablecoins?
O Banco Central proibiu a negociação de stablecoins algorítmicas e enquadrou as stablecoins lastreadas no mercado de câmbio, permitindo maior supervisão, embora mantendo os ativos digitais isentos de IOF.
Como a Selic em 15% afeta a Renda Fixa Digital?
Os juros altos elevam o rendimento de ativos tokenizados lastreados em crédito, tornando a Renda Fixa Digital extremamente competitiva frente a ativos sem previsibilidade de retorno como as criptomoedas tradicionais.