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Redação Redação
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Bitcoin é pirâmide? Não, pois a moeda virtual não oferece promessa de lucros e ninguém ganha comissão para atrair novos investidores.

Aprenda agora o que é uma pirâmide de Bitcoin, quais os sinais de golpes financeiros e como ocorre a valorização dessa criptomoeda.

Bitcoin é pirâmide?

Bitcoin (BTC) não é pirâmide, pois não há promessa de valorização ou comissões para atrair novos investidores. É possível lucrar com compras e vendas do Bitcoin, mas, da mesma maneira, é possível incorrer em prejuízos. Nenhuma entidade consegue aumentar o valor do Bitcoin ou manter sua cotação dentro de determinada faixa de preço.

Qualquer negociação do Bitcoin ocorre fora do banco de dados blockchain, entre os próprios usuários, sem impactar antigos detentores da criptomoeda. Não há distribuição de lucros nem qualquer tipo de projeção de valorização. Os recursos de uma venda vão diretamente para o vendedor, sem favorecer determinado grupo ou entidade.

Por que o Bitcoin não é pirâmide?

Quem comprou Bitcoin entre novembro de 2013 e setembro de 2014, por exemplo, levou 1 ano e 8 meses para recuperar o investimento. Desse modo, fica claro que, mesmo quem foi perspicaz e conseguiu comprar logo no início de vida do projeto, pode ter saído com prejuízo de 70% ou superior caso tenha vendido nesse período.

Quando um novo entrante compra Bitcoin, esse dinheiro não vai para os antigos detentores, sendo integralmente destinado ao vendedor. De maneira similar, se o negócio acontece por um preço abaixo do que era praticado no dia anterior, a queda no valor de mercado afeta igualmente todos os detentores, independentemente de quando foi sua compra.

Bitcoin pode ser um golpe?

Não há possibilidade de o Bitcoin ser um golpe, pois seu software tem código-fonte aberto e o registro histórico de transações é público. Podem ocorrer falhas e ataques em aplicativos ou empresas que intermediam operações com Bitcoin, mas isso não significa que o sistema tenha sido comprometido.

Após 16 anos de funcionamento, sem registro de movimentações realizadas sem a senha do endereço, fica evidente a segurança do Bitcoin. Mesmo com alto nível de sucesso ou adoção global, seu valor de mercado flutua livremente, e quedas bruscas ou períodos com menor volume de negociação podem ocorrer a qualquer momento.

Existe pirâmide de Bitcoin?

Provavelmente existem pirâmides financeiras afirmando investir em Bitcoin, arbitragem de criptomoedas ou mineração digital. Existem golpes que afirmam investir no setor imobiliário, apostas esportivas, participação em empresas, exploração de metais preciosos, entre outros. Muda o discurso de venda, porém o golpe é o mesmo, envolvendo falsas promessas e retornos fictícios.

Na pirâmide financeira, novos investidores pagam os retornos dos antigos, enquanto são prometidos lucros altos e rápidos. Eventualmente, o esquema colapsa quando não há mais novos investidores, resultando em perdas para a maioria. No caso do Bitcoin, por conta do desconhecimento, muitos são levados a crer que seja possível obter retornos diários, algo impossível de existir.

O que é uma pirâmide de Bitcoin?

Uma pirâmide é um tipo de golpe financeiro que oferece altos retornos com pouco ou nenhum risco, porém remunera os investidores com recursos recebidos de novos aportes. Tipicamente, não existe uma operação propriamente dita ou comprovação efetiva da aplicação do dinheiro. Outra característica são as vantagens para indicações.

No passado, era comum encontrar pirâmides de Bitcoin oferecendo retornos garantidos, assim como dezenas de sites prometendo distribuição de lucros da mineração de criptomoedas. Alguns desses golpes chegaram a captar milhões de dólares, mas todos se provaram insustentáveis conforme os usuários passavam a solicitar resgates. Embora menos comuns, ainda existem empresas tentando aplicar tais golpes.

Como determinar se o Bitcoin é pirâmide?

O primeiro passo é buscar promessas de retorno ou grupos privilegiados, como preferência para receber novos Bitcoins minerados, acesso a informações privilegiadas ou controle sobre decisões importantes. É comum encontrar tais alertas em outras criptomoedas, porém o Bitcoin se caracteriza justamente pela igualdade e ausência de um grupo controlador.

Alguns defendem que o Bitcoin é pirâmide por depender de novas pessoas comprando para sustentar sua cotação. Essa mesma argumentação poderia ser aplicada a imóveis, ouro, obras de arte, ações de empresas e basicamente qualquer outro ativo. Na prática, o Bitcoin é o ativo mais descentralizado em existência, e nenhuma entidade ou grupo possui privilégios para alterar suas regras de uso e emissão.

Como saber se entrei em uma pirâmide de Bitcoin?

Se você está em dúvida, a melhor estratégia é cessar novos aportes e solicitar o resgate assim que possível. Acredite se quiser, é melhor abrir mão de potenciais ganhos do que perder todo o capital investido. Os golpes financeiros costumam penalizar saques antes do prazo ou criar dificuldades para o encerramento dos planos de investimento, mas essa é a única saída.

Uma dica útil: se entrar na aplicação é fácil, mas resgatar é difícil, provavelmente trata-se de um golpe. Procure com urgência uma assessoria jurídica e tente resolver de forma amistosa. Não acredite em retorno garantido em Bitcoin, seja por arbitragem, trade, mineração ou rendimento (yield). Qualquer oferta nesse sentido é um golpe financeiro ou esquema de pirâmide.

Existe pirâmide de Bitcoin através de exchanges?

Sim, já ocorreram inúmeros casos de exchanges de Bitcoin que se mostraram esquemas de pirâmide. Seja por conta de hacks, má gestão ou fraude, a quantidade de criptomoedas detida pela exchange ou empresa de intermediação provou-se insuficiente para cobrir os depósitos dos clientes. Infelizmente, foram muitos casos no Brasil e no mundo.

Para citar alguns casos notórios: D9 Clube de Traders (2017), Youbit (2017), Bitconnect (2018), Zero10 Club (2018), Unick Forex (2019), QuadrigaCX (2019), Cryptopia (2019), Bitcoin Banco (2019), Atlas Quantum (2019), GAS (2021), FTX (2022), Hodlnaut (2022) e Bittrex (2023). Foram diversas pirâmides, golpes e operações amadoras com final trágico, embora outras ainda sigam em operação.

Quais os indícios de golpes e pirâmides de Bitcoin?

Embora os golpes financeiros e esquemas de pirâmide apresentem mecanismos de funcionamento distintos, algumas práticas utilizadas pelos fraudadores trazem sinais de alerta para o usuário.

Abaixo listamos os principais pontos para análise:

Promessa de rentabilidade

Prometer qualquer ganho fixo ou certeza de lucro em Bitcoin, seja por meio de derivativos, arbitragem ou operações de trade, é sinal de golpe. Investimentos legítimos não eliminam riscos nem garantem retorno.

Envio de valores para terceiros

Solicitar transferência para contas de desconhecidos, muitas vezes no exterior, dificulta a recuperação do valor. Golpes comuns envolvem “intermediários” que prometem facilitar investimentos, mas desaparecem após receber o dinheiro.

Prazos curtos para tomada de decisão

Pressionar para investir rapidamente com “última chance” ou “tempo limitado” impede análise cuidadosa. Prazos de horas para aproveitar “oportunidade exclusiva” são usados para evitar que o investidor pesquise e reflita.

Divergência de cadastro nos reguladores

Ausência de registro ou dados divergentes na CVM indicam falta de credibilidade. Conferir informações no órgão regulador é essencial para evitar investimentos com empresas irregulares ou sem autorização de operação.

Inconsistências no CNPJ

Registro recente, ausência de histórico e sócios desconhecidos aumentam risco de golpe. Verificar tempo de existência e reputação dos responsáveis ajuda a identificar empresas fraudulentas antes de investir.

Falta de informações 

Ausência de detalhes sobre geração de retorno ou uso de jargões sem explicação são sinais de golpe. Transparência é requisito básico para qualquer investimento legítimo e seguro.

Histórico de queixas 

Consultar redes sociais e sites de reclamação revela experiências negativas. Empresas fraudulentas frequentemente acumulam registros de insatisfação facilmente localizáveis online, servindo como alerta para investidores atentos.

Bitcoin serve para lavagem de dinheiro?

Pessoas mal-intencionadas ocultam valores utilizando notas físicas de dinheiro, ouro, joias, obras de arte, imóveis, restaurantes e praticamente qualquer outro bem imaginável. Os participantes da rede Bitcoin podem ser anônimos, pois nenhuma informação pessoal é necessária. É nesse cenário que surgem críticas, alegando que a moeda digital seria utilizada na lavagem de dinheiro.

A vantagem do Bitcoin é a rastreabilidade e transparência, facilitando o trabalho das autoridades. Todos os registros de movimentações são públicos e definitivos, tornando as transações rastreáveis. Há inúmeros casos de criminosos descobertos tentando ocultar valores em Bitcoin. Praticamente todas as grandes exchanges tradicionais exigem identificação do cliente.

Como funciona a segurança do Bitcoin?

O segredo do funcionamento do Bitcoin está no seu incentivo cruzado. De um lado, os usuários têm interesse em preservar as regras de circulação e a política monetária. Do outro, os mineradores são incentivados a seguir essas regras para receber a premiação em Bitcoins a cada novo bloco encontrado.

Na prática, o blockchain é apenas um banco de dados distribuído que utiliza criptografia. A competição entre mineradores e a rede do Bitcoin, formada por milhares de usuários, tornam o sistema seguro. Somente com a chave privada é possível movimentar moedas de um determinado endereço eletrônico.

É possível hackear o Bitcoin?

Na prática, realizar um ataque bem-sucedido à rede é extremamente difícil, embora não completamente impossível. Como em qualquer software, podem existir falhas no código. No entanto, o Bitcoin conta com uma comunidade descentralizada que monitora o sistema e reage rapidamente a qualquer anomalia.

Em 2018, foi descoberto um bug que poderia permitir a criação de Bitcoins em excesso. Nenhum minerador explorou a falha, pois qualquer tentativa seria prontamente detectada e revertida. Esse tipo de proteção social atua como uma camada extra de segurança, tornando o Bitcoin altamente resistente a falhas graves e ataques.

Quem criou o Bitcoin?

O Bitcoin foi criado por Satoshi Nakamoto, embora não se saiba se essa identidade pertence a uma pessoa ou a um grupo. O mistério em torno do criador talvez nunca seja solucionado, devido ao anonimato e ao desaparecimento completo dessa figura em abril de 2011. Há indícios de que mais de uma pessoa esteve envolvida no projeto.

Algumas figuras foram cruciais para o sucesso da iniciativa, como o norte-americano Hal Finney, falecido em 2014. Hal recebeu a primeira transação de Bitcoin, foi um dos principais ativistas digitais (CypherPunks) e desenvolvedor da PGP, empresa pioneira em criptografia.

O que determina a cotação do Bitcoin?

A cotação do Bitcoin é formada pelas expectativas de cada participante, com base na percepção de valor, utilidade e diferenciais da criptomoeda em comparação com outros ativos, financeiros ou não. Seu valor está relacionado à política monetária rígida, à transparência e à segurança do histórico de transações, além da resistência à censura.

Outros fatores também influenciam, como a oferta monetária dos governos, taxas de juros, tensões comerciais e a procura por ativos alternativos. À medida que a narrativa de “ouro digital” se fortalece, cresce o potencial de valorização da criptomoeda. Em resumo, é impossível definir com precisão quais fatores determinam seu preço.

Como evitar golpes ao comprar Bitcoin?

Para comprar Bitcoin com segurança, é essencial utilizar um intermediário confiável e autorizado. Embora a tecnologia blockchain seja altamente segura, cabe ao intermediário garantir tanto o acerto financeiro quanto a entrega das criptomoedas. É fundamental escolher um parceiro que siga as melhores práticas de segurança, como o Mercado Bitcoin (MB).

Optar por empresas registradas no exterior, especialmente em paraísos fiscais, expõe o usuário a riscos jurídicos. Nesses casos, as chances de bloqueio dos ativos da empresa são menores. Em exchanges internacionais, a responsabilidade de informar todas as movimentações à Receita Federal é do próprio usuário.

Posso deixar Bitcoins armazenados no MB?

Sim, você pode manter seus ativos digitais em custódia no MB com total segurança, pois trabalhamos com segregação de patrimônio. Os depósitos dos clientes ficam separados dos ativos corporativos, garantindo que possam ser resgatados a qualquer momento.

Manter moedas em uma exchange pode ser vantajoso, especialmente para iniciantes ou para quem tem pouca experiência com carteiras digitais (wallets). Por isso, clientes que optam por deixar seus ativos sob a custódia do MB podem fazê-lo com tranquilidade.

Bitcoin é regulado no Brasil?

Sim, investir em Bitcoin é totalmente legalizado e permitido no Brasil. O marco regulatório do setor, conhecido como “Lei das Criptomoedas”, atribui ao Banco Central a função de órgão regulador. Essa legislação estabelece normas e requisitos para empresas que desejam atuar no mercado de criptoativos.

Vale lembrar que a simples existência de um site ou aplicativo não garante que uma exchange seja regulamentada. Por isso, é fundamental avaliar a empresa antes de realizar qualquer depósito ou compartilhar informações pessoais.

Qual o risco de investir em Bitcoin?

O Bitcoin não possui preço mínimo garantido nem uma entidade responsável por sustentar sua valorização. Sua cotação é volátil e sujeita a variações imprevisíveis. Por isso, o investidor deve manter uma alocação compatível com seu perfil de risco, tratando-o como um ativo de renda variável.

É recomendável adotar uma estratégia de longo prazo, pois oscilações de preço, inclusive quedas acentuadas, são naturais nesse mercado. Apesar do potencial de valorização, o Bitcoin ainda está em uma fase inicial de adoção, o que contribui para movimentos bruscos e incertezas no curto prazo.

Como investir em Bitcoin com segurança?

Para reduzir o risco ao comprar Bitcoin, o primeiro passo é compreender seu perfil de investidor, levando em conta fatores como conhecimento, experiência com renda variável, tolerância ao risco e horizonte de investimento. A partir dessa análise, é possível definir uma estratégia mais alinhada aos seus objetivos.

Uma forma eficiente é adquirir Bitcoin de maneira regular, sempre que houver disponibilidade de caixa, sem tentar prever o mercado. Essa prática, conhecida como “compra periódica” (DCA), ajuda a reduzir a pressão emocional nas decisões. Diversificar a carteira incluindo Bitcoin tende a diminuir riscos no longo prazo.

O que torna o Mercado Bitcoin (MB) seguro?

O MB é seguro, pois segue as melhores práticas e padrões internacionais, com estruturas e procedimentos constantemente atualizados. Nossa segurança vai além de investimentos em hardware e software, abrangendo também treinamento constante, monitoramento e mecanismos de redundância.

Somos a única grande exchange da América Latina com 12 anos de operação sem registro de incidentes críticos de segurança ou privacidade. O grupo 2TM, controlador do Mercado Bitcoin, conta com uma instituição de pagamento autorizada e regulada pelo Banco Central: o MB Pay.

Fuja de pirâmides e golpes. Abra sua conta e invista em Bitcoin (BTC) através da exchange mais segura do Brasil, o MB.

https://www.mb.com.br/economia-digital/bitcoin/bitcoin-e-piramide/
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